MyLife isNerdy: Porque todos têm momentos nerds na vida.

Tenho certeza que a maioria dos visitantes já viu falar ou visitou os sites FuckMyLife e sua versão em português, o VidaDeMerda. Nessa mesma linha, temos agora o My Life Is Nerdy, onde pessoas postam “causos” e fatos da sua vida que podem ser considerados “nerd moments”.

Além disso, os leitores podem avaliar se o causo realmente é nerd ou se é “Fail” total. Bom para se distrair e dar umas risadas, nos momentos de tédio ou desocupação em frente ao PC.

“Hoje, enquanto o resto da minha turma de escola estavam numa festa, enchendo a cara e se esfregando uns nos outros, eu fiquei em casa jogando DOTA e comendo batatinhas. Não me arrependo de nada.”

“Hoje, eu terminei de colocar boot triplo no meu computador. Agora ele executa windows 7 e duas versões de GNU/Linux (e eu disse GMNU/Linus porque acho mais legal do que apenas dizer Ubuntu e OpenSUSE). Minha partição raiz é em separado, pois assim posso usá-la para ambos sistemas operacionais baseados em lunux, junto com syMLINks para minhas pastas padrão do OpenSUSE (e algumas pastas de configuração), likando às minhas pastas de usuário do Ubuntu. Basicamente, eu tenho dois sistemas operacionais com o mesmo usuário e arquivos e configurações.”

“Hoje, no carro com meus amigos, eles decidiram que eu era a pessoa mais assustadora quando me concentro no meu vídeo-game. E o jogo (acabei de perder) que mais me irrita? Legend of Zelda.”

“Hoje, enquanto eu dirigia de volta pra casa, após a aula, eu pedi que meu namorado revisasse algumas dúvidas que eu tinha de cálculo. Foi quando eu me dei conta que estava derivando enquanto dirigia.”

Selecionei e traduzi aqui alguns exemplos, mas vale a visita ao site para ler outras histórias. Agora só falta alguém fazer um desses em português, também. ;)

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Séries de TV subestimadas: Being Human

Sabem aqueles seriados excelentes, que você adora, mas acabam sendo subestimados, pouco conhecidas aqui no Brasil? Being Human é uma delas. Uma de minhas séries de TV favoritas, é britânica e, salvo engano, não é o tipo de seriado que se vê por aqui nos canais de tv a cabo.

Claro que há fãs brasileiros, e se encontra net a fora os episódios legendadinhos em português, mas ainda são poucos. Na minha opinião, chega a ser triste, principalmente vendo coisas como Crepúsculo fazendo sucesso aqui. Being Human é um seriado para quem é fã de vampiros e lobisomens e fantasmas, além de ser apresentada de forma inteligente, sem a melosidade, e agradaria fãs mais hardcore de seres do gênero e, até mesmo, quem sabe, fãs de atrocidades como Crepúsculo (sem querer ofender os fãs de Crepúsculo, entendo quem goste, mas para mim é atrocidade).

Mas o que é Being Human?

É uma série de tv britânica, cujo gênero pode ser definido como drama/sobrenatural/horror/comédia, escrita por Toby Whithouse, exibida pela BBC Three. Estrelada pelos atores desconhecidos por aqui, Aidan Turner (Mitchell), Russell Tovey (George) e Lenora Crichlow (Annie). Três amigos, entre 20 e 30 anos, aparentemente, que dividem uma casa em Bristol, tentando ter uma vida normal, apesar de serem, respectivamente, um vampiro, um lobisomen e uma fantasma.

A série contou com um episódio piloto, onde os atores que interpretavam o vampiro e a fantasma eram outras pessoas, substituidos posteriormente por Aidan e Lenora, e 2 temporadas, a primeira, exibida em janeiro/fevereiro de 2009, com 6 episódios de 1 hora de duração cada, e uma segunda temporada de 8 episódios, que estreou dia 10 de janeiro deste ano. Para 2011, já foi confimada uma terceira temporada pela BBC.

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Pequenos Pedaços de Ficção e Segredo

Pois é, nessas de matar alguns sites e perfis, e ficar com outros, esqueci de avisar. Dentre as coisas que ficaram, agora temos 2 sites interessantes, que convido vocês a acompanharem e deixarem comentários:

- O primeiro é o Himitsu!, um weblog sobre animação e quadrinhos asiáticos, especialmente japoneses, e cultura pop oriental, então, pra quem é fã, vale a pena a visita. Ainda está recém começando, mas a lista de pauta já está bem grandinha, então teremos coisas legais vindo lá.

- O segundo chama-se Broken Pieces of Fiction, um tumblr blog que criei para postar, em inglês, pequenos contos, frases, microcontos ficcionais que passam pela minha cabeça, que já tem algumas coisinhas legais e que estou atualizando várias vezes por dia desde ontem, então vale a visita diária. Porque em inglês? Porque assim mais pessoa podem ler, de mais lugares, e para manter meu inglês em dia. :)

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Explicações: O Twitter e o Saco Cheio

Entre o fim de semana e ontem eu resolvi deletar meu orkut. Junto com ele também foi-se meu last.fm e várias outras coisas/contas. Fiquei só com algumas, dentre as inúmeras contas que tinha em várias redes sociais. Fechei algusn blogs que não me davam o prazer que me deram antigamente, antes de fechá-los a primeira vez e reabrí-los desta segunda. Excluí o perfil do twitter associado a um deles.

O motivo? Enchi o saco, me exauri, coisas demais ao mesmo tempo, pessoas demais, tempo de menos. Simplesmente não tinha tempo e nem paciência pra seguir tanta gente, em tantos lugares. Muitas dessas pessoas, pessoas que eu não conhecia, não sabia se gostava ou não, mas que me sentia na obrigação de seguir e volta, seja em que rede social fosse, por medo de magoá-las, já que pareciam genuinamente gostar das coisas que escrevo aqui.

Fora aquelas pessoas que você conheceu na sua vida e há anos perdeu contato, e de repente te acharam de novo através da net, e você acaba adicionando porque estudaram juntos/trabalharam juntos alguma vez e seria falta de educação recusar. Mesmo que você e a pessoa já não tenham nada em comum e você nem tenha interesse em voltar a ter.

Hoje é a vez do twitter. É onde mais rola isso de sentir-se obrigado a seguir porque a pessoa te segue e curte o que você escreve no seu blog e se você não seguir ela de volta, parece que você a está ofendendo por não se interessar por ela na mesma medida. Nem vamos mencionar o fato que elas ignoram que tu não sabe nada delas e talvez nem tenha tempo pra saber, e que se você não as seguir de volta, é porque é impossível acompanhar todo mundo.

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Sorry, folks, mas…

Comentários sem nome e endereço de email ou website ou que mal se consegue ler o português (mal) escrito serão apagados. Aliás, só pra avisar, na página “sobre” o site: leiam as atualizações sobre a política de comentário.

Acabei de apagar 3 comentários que infringiam o que diz lá ou o que mencionei acima. Nada pessoal, mas temos que manter uma certa ordem na casa.

De todo modo, copio e colo aqui a nova política adotada por mim, tanto neste site, quanto no La Femme e no Himitsu:

POLÍTICA DE PRIVACIDADE E MODERAÇÃO DE COMENTÁRIOS

Não divulgamos seu email e nem enviamos spam não solicitado. Contudo, se você deixar um comentário e optar por marcar a opção de receber aviso por email quando seu comentário foi respondido, você poderá receber email de notifcação, o qual poderá ser também desabilitado por você a qualquer momento.

Os comentários são previamente moderados, ou seja, na primeira vez que você comentar, seu comentário somente aparecerá após aprovação de algum administrador ou colaborador do site. Os seus comentários seguintes aparecerão sem necessidade de moderação. Contudo, nos reservamos o direito de apagar, sem aviso prévio, comentários ofensivos a pessoas e empresas, com palavras de baixo calão, com qualquer tipo de discriminação, flames e trolagens em geral. Discussão é bem-vinda, mas sempre de maneira adulta e educada.

Lembrem-se: até mesmo a liberdade de expressão tem limites, e você poderá ser considerado responsável pelo que comenta. Toda liberdade nossa termina onde começa a do outro, e o respeito idem.

A verdade é que as pessoas acham que há anonimato real na web e que liberdade de expressão permite toda e qualquer forma de absurdos, e esquecem que a liberdade de expressão termina quando começam os direitos alheios, podendo, o responsável por extrapolar os limites, ser indiciado por calúnia, injúria ou difmação.

Além disso, um blogueiro pode ser obrigado a revelar endereços IPs mediante ordem judicial, sob pena de incorrer em crime de desobediência.E se não revelar, pode, sim, ser considerado responsável pelos comentários que os leitores deixam. Então, pra evitar problemas, adotamos a nova política de comentários.

Também não serão aceitos comentários em que a pessoa não use um nome e um endereço válido de email ou website para se identificar, ou com português quase completamente ilegível ou “internetês”, composto quase totalmente de abreviações e outras particularidades. Tais medidas visam manter ordem na casa e não só.

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Alice – 2009 – Série de Tv

Finalmente, entre o ano Natal e o Ano Novo, consegui me organizar e começar a assistir uma série de coisas que tinha aqui guardadas. Uma dessas coisas foi a mini-série Alice, transmitida em 06 e 07 de dezembro pelo canal de tv a cabo americano SyFy, em dois episódios de aproximadamente 2 horas cada.

Nos diz a Wikipédia, sobre a série, numa livre tradução/adaptação minha:

“A mini-série é uma “reinvenção” das histórias clássicas de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho, que se passa 150 anos depois da história original, com elementos de fantasia e ficção científica incluídos. (…)Escrita e dirigida por Nick Willing, que já dirigira uma adaptação de Alice no País das Maravilhas em 1999, mais fiel ao livro, Alice é uma interpretação mais moderna, imaginando como teria o País das Maravilhas evoluído, 143 anos depois.”

Personagens:

* Caterina Scorsone como Alice Hamilton
* Kathy Bates como Rainha de Copas
* Andrew-Lee Potts como Chapeleiro
* Tim Curry como Dodo
* Colm Meaney como Rei de Copas
* Philip Winchester Como Jack/Valete de Copas
* Matt Frewer como Charlie, o Cavaleiro Branco
* Timothy Webber como Robert Hamilton/Carpinteiro
* Eugene Lipinski como Doutores Dee e Dum/Tweedle Dee e Tweedle Dum
* Alek Diakun como Rato
* Harry Dean Stanton como Lagarta
* Alessandro Juliani como Nove de Paus
* Zak Santiago como 10 de Paus
* Charlotte Sullivan como Duquesa
* Teryl Rothery como Carol Hamilton, mãe de Alice

Primeiramente, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a questão estética/cenográfica. Os cenários são muito bem cuidados, meio escuros e decadentes na maior parte do tempo, meio opressivo, meio futurístico-decadente. No decorrer da história, somos apresentados a outros cenários que lembram desde o estilo steampunk (sede da resistência, lar do Dodo), até cenários dignos de fantasia medieval (bosques e colinas e o castelo do Rei Branco), à ficção científica mais pura, nos cassinos e laboratórios. Temos enormes prédios construídos de cartas, e as cidades ficam localizadas no alto desses prédios. Naves e motocicletas voadoras, sendo estas últimas na forma de “flamingos”.

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